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5-Dec-2025Cadernos Técnicos da CGU - 7ª Edição (2025): Agenda Climática e Auditoria Interna das EstataisA 7ª edição dos Cadernos Técnicos da CGU destaca o papel das auditorias internas no fortalecimento da governança climática das empresas estatais. A publicação reúne quatro entrevistas com especialistas da CGU, do BNDES, da Petrobras e do Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade, além de sete artigos que abordam riscos climáticos, auditoria de emissões, governança de sustentabilidade e práticas de controle. Fruto da parceria entre CGU, BNDES e Petrobras, a coletânea amplia os debates do 1º Fórum de Auditoria em Sustentabilidade e reforça a importância da transparência, da integridade e da cooperação institucional para orientar ações climáticas efetivas no setor público.
5-Dec-2025Sustentabilidade e mudanças climáticas no Indicador de Governança e Políticas Públicas (IG-Sest)No Brasil, as empresas estatais federais desempenham papel estratégico em diversos setores da economia, sendo responsáveis por aproximadamente 5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Atuando em áreas como abastecimento e segurança alimentar, comunicações e tecnologia, defesa, setor financeiro, infraestrutura e transporte, minas e energia, papel-moeda, gestão de ativos e saúde, essas empresas não apenas viabilizam a entrega de políticas públicas, mas também influenciam padrões de conduta empresarial. Algumas delas, como Petrobras, Banco do Brasil e Embrapa, são referências em seus respectivos setores, estabelecendo práticas que muitas vezes são adotadas por empresas privadas, inclusive concorrentes.(...).
5-Dec-2025Entrevista com André da Costa SantosAndré da Costa Santos é auditor-geral da Petrobras, com mais de quinze anos de experiência nas áreas de auditoria interna, compliance e governança corporativa. Formado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em tecnologia, riscos e auditoria de sistemas pela Coimbra Business School, complementa sua formação como Global Chief Audit Executive certificado pelo Institute of Internal Auditors (CIA) e programas executivos em liderança e gestão. Na entrevista a seguir, André oferece sua visão sobre o papel transformador da auditoria interna diante da digitalização, da crescente integração entre governança e sustentabilidade e dos desafios contemporâneos da gestão pública e corporativa.
5-Dec-2025Entrevista com Ronald da Silva BalbeRonald da Silva Balbe é Secretário Federal de Controle Interno da Controladoria-Geral da União (CGU), com carreira consolidada na administração pública federal e forte atuação nos temas de governança, auditoria interna governamental e modernização do controle. Sob sua liderança, a SFC tem aprofundado iniciativas de inovação, integração entre órgãos de controle e o aprimoramento das práticas de auditoria em sustentabilidade, consolidando a instituição como referência nacional na orientação técnica das Unidades de Auditoria Interna Governamental (UAIGs) das empresas estatais. Reconhecido pela capacidade de articulação institucional e pela defesa de uma auditoria interna estratégica, Balbe tem contribuído para fortalecer mecanismos de integridade, gestão de riscos e transparência no setor público. No evento, Ronald teve participação ativa na condução dos debates: abriu o evento com uma palestra voltada ao papel do controle interno diante da emergência climática, encerrou o primeiro dia com reflexões sobre o futuro das auditorias em sustentabilidade e retornou ao palco no encerramento do Fórum, destacando os compromissos institucionais assumidos pelas estatais e pela CGU para o fortalecimento da atuação das auditorias internas. Sua presença ao longo de todo o evento reforçou a posição da CGU como protagonista na construção de uma agenda integrada de governança, sustentabilidade e valor público.
5-Dec-2025Diligência em transição energética – aspectos relevantes para auditorias no contexto de compromissos climáticos e descarbonizaçãoA mudança climática é um dos maiores desafios do nosso tempo, impondo pressões sem precedentes sobre ecossistemas, economias e sociedades em escala global. Porém, é importante ressaltar que, além de um desafio ambiental, a agenda climática também envolve impactos econômicos e sociais relevantes. Enquanto a ciência demonstra que o aquecimento global é uma realidade que exige ações concretas e imediatas, a demanda por energia continua a crescer, impulsionada pelo desenvolvimento econômico e pela necessidade de melhoria do bem--estar social. (...).
5-Dec-2025Entrevista com Leandro da Costa SilveiraLeandro da Costa Silveira é Superintendente da Auditoria Interna do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AT/BNDES) e tem atuado na consolidação de práticas de governança, integridade e sustentabilidade na unidade técnica do banco. Sua experiência vem combinando uma sólida trajetória técnica com liderança institucional em temas ligados ao desenvolvimento econômico, operações de crédito e auditoria estratégica. Na qualidade de organizador ativo do evento, Leandro apresenta suas reflexões sobre os impactos das novas normas globais de sustentabilidade, o papel do BNDES na promoção do desenvolvimento sustentável e os desafios para o fortalecimento das auditorias internas como parceiras na gestão de riscos climáticos e na criação de valor público.
5-Dec-2025Liderança e governança em empresas estatais: o papel da auditoria interna na agenda de sustentabilidade e mudanças climáticasAs empresas estatais federais desempenham um papel importante no desenvolvimento econômico nacional, especialmente em setores estratégicos como energia, logística, infraestrutura e serviços financeiros, que são diretamente impactados pelos desdobramentos relacionados à sustentabilidade e às mudanças climáticas. Com uma história iniciada no período Vargas, essas empresas têm sua atuação entrelaçada com as políticas públicas do país. (...).
5-Dec-2025Casa da Moeda do Brasil e o Projeto da Certificadora Nacional de Créditos de Carbono: integridade, inovação e soberania no mercado de carbonoUma nova fronteira de confiança para o mercado de carbono. A emergência climática e a necessidade de transição para economias de baixo carbono intensificaram o debate sobre mecanismos que conciliem desenvolvimento e sustentabilidade. Nesse contexto, o mercado de créditos de carbono emerge como uma ferramenta central, permitindo que reduções ou re-moções de emissões de gases de efeito estufa (GEE) sejam convertidas em ativos negociáveis e valori-zados financeiramente. (...).
5-Dec-2025Entrevista com Vânia Maria da Costa BorgerthAutora de livro voltado ao mercado financeiro, palestrante e congressista, Vânia Borgerth é contadora, professora de graduação e pós-graduação, membro do Conselho do IESBA (International Ethics Standards Board for Accountants), ex-membro do Comitê de Auditoria do Banco Santander Brasil, membro do Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade (CBPS) e ex-Superintendente de Controladoria e membro do Comitê de Riscos do BNDES.Na condição de participante da Sessão 1 e Keynote Speaker do evento, Vânia concedeu a presente entrevista, realizada por e-mail, discorrendo sobre os impactos das novas normas globais de sustentabilidade, os desafios para as empresas estatais brasileiras e o papel estratégico das Unidades de Auditoria Interna Governamental (UAIGs) e seus auditores nesse processo de transformação.
5-Dec-2025Auditoria em sustentabilidade ambiental nos Correios e o caminho para a construção de uma governança verdeA questão ambiental figura entre os maiores desafios contemporâneos, refletindo uma preocupação global com a degradação dos ecossistemas, as mudanças climáticas e a finitude dos recursos naturais. Desde a década de 1970, com a Conferência de Estocolmo (1972), passando pela Rio-92, pelo Protocolo de Kioto (1997) e pelo Acordo de Paris (2015), a agenda internacional tem reiteradamente chamado atenção para a necessidade de compatibilizar crescimento econômico, justiça social e preservação ambiental. (...).
5-Dec-2025Editorial - Cadernos Técnicos da CGU - 7ª Edição: Agenda Climática e Auditoria Interna das EstataisA publicação desta coletânea visa ampliar o debate sobre temas discutidos no 1º Fórum de Auditoria em Sustentabilidade e Mudanças Climáticas das Unidades de Auditoria Interna Governamental de Empresas Estatais Federais, realizado pela CGU em parceria com o BNDES e a Petrobras, em setembro de 2025, e apontar os desafios enfrentados no campo do controle e da integridade a partir de ações climáticas efetivas para alcançarmos as transformações necessárias como legado para as próximas gerações.
5-Dec-2025Gestão de riscos climáticos em empresas estatais e familiares: a experiência da Josapar diante da enchente de 2024 no Rio Grande do SulAs mudanças climáticas intensificam a ocorrência de eventos extremos, impondo novos desafios às organizações em todo o mundo. No Brasil, enchentes, secas e tempestades vêm afetando cada vez mais os setores produtivos e logísticos, demandando respostas inovadoras das empresas. A catástrofe climática de maio de 2024 no Rio Grande do Sul configurou-se como um marco de devastação, com chuvas equivalentes a um terço da média anual em apenas seis dias. Entre as organizações atingidas, destaca-se a Josapar, empresa alimentícia com mais de cem anos de história, cujas unidades operacionais foram diretamente impactadas pela elevação do nível da Lagoa dos Patos, do Canal São Gonçalo e do Arroio Pelotas. Diante desse cenário, o presente artigo busca analisar como a Josapar respondeu a esse evento extremo, mobilizando planos de contingência, comitês de crise e recursos financeiros, a fim de assegurar a continuidade de suas operações. (...).
17-Oct-2025v. 6 (2025) - Coletânea de Artigos: Inovando na PráticaOs Cadernos Técnicos da CGU - Inovando na Prática integram uma coletânea especial dedicada ao Mapa de Inovação da Controladoria-Geral da União, iniciativa do CGULab - Laboratório de Inovação e Pesquisa da CGU. Esta coletânea será composta por duas publicações: a primeira reúne dez projetos inovadores, e a segunda, prevista para edição futura, apresentará outros projetos, desenvolvidos no âmbito da CGU e de seus parceiros. Em conjunto, as duas publicações oferecem um retrato vívido de como a CGU transforma desafios em soluções criativas, promovendo aprendizado contínuo e fortalecendo a integridade na gestão pública.
17-Oct-2025Gestão de riscos estratégicos: Uma abordagem adaptativa para ambientes dinâmicosA gestão de riscos estratégicos é um tema fundamental para a sustentabilidade das organizações, especialmente em contextos marcados por mudanças frequentes e alta complexidade. Este relato apresenta a experiência da Controladoria-Geral da União (CGU) na implementação de uma abordagem adaptativa de gestão de riscos, integrado o modelo de gestão por Objetivos e Resultados Chaves (Objectives and Key Results - OKR), adotado para o planejamento institucional. O modelo reconfigurou o papel do risco no processo decisório, tornando-o orientado por valor. Os resultados obtidos mostram maior efetividade e aderência da gestão de riscos à prática institucional. O relato detalha os desafios enfrentados, as soluções adotadas, os impactos alcançados e os desdobramentos futuros esperados.
17-Oct-2025Programa “UM POR TODOS E TODOS POR UM! PELA ÉTICA E CIDADANIA”: Inovação tecnológica para universalização do acesso à educação cidadãEste relato técnico descreve a experiência inovadora do Programa UM POR TODOS E TODOS POR UM! PELA ÉTICA E CIDADANIA (UPT) da Controladoria-Geral da União (CGU), com ênfase na utilização de tecnologias digitais para adaptação do conteúdo ao formato digital visando a universalização do acesso à educação em ética e cidadania para estudantes do Ensino Fundamental. Historicamente restrito ao formato impresso, o Programa enfrentava limitações significativas de alcance e escalabilidade. A inovação tecnológica emergiu como uma possível solução estratégica para superar essas barreiras, permitindo a expansão do impacto do Programa para um número maior de escolas e estudantes em todo o território nacional. Este relato detalha os desafios associados à transição e à expansão dos recursos educacionais, a metodologia de design instrucional aplicada na concepção e implementação do formato digital, bem como os resultados iniciais e os impactos observados a partir da implantação da modalidade digital tanto no formato online quanto offline. A experiência do UPT demonstra de forma concreta como a inovação no setor público pode mitigar restrições geográficas e operacionais, consolidando boas práticas para o serviço público e servindo de inspiração para o desenvolvimento de novas soluções voltadas ao fomento da cidadania e da integridade.
17-Oct-2025Sistema de certidões: Eficiência e desburocratização na emissão de nada constaO sistema de Certidões foi desenvolvido pela Controladoria-Geral da União (CGU) a fim de solucionar de forma mais eficiente e célere a necessidade que órgãos e entidades públicos têm de saber se deter-minada pessoa física ou jurídica tem restrição, se sofreu alguma sanção e está impedida de assumir cargo público ou ser contratada pela administração pública
17-Oct-2025LIA: Plataforma para uso de IA da CGUA Plataforma LIA, desenvolvida pela Controladoria-Geral da União (CGU), tem como objetivo democratizar o uso da Inteligência Artificial (IA) entre os funcionários da instituição, promovendo um ambiente seguro e governado. Por meio do acesso a modelos de linguagem avançados, a LIA busca facilitar a eficiência operacional, a produção de documentos e a análise de dados, impactando positivamente a administração pública.
17-Oct-2025Fortalecendo a governança de serviços nas ouvidorias: Avaliação de serviços públicos utilizando metodologia de experiência do usuárioA governança de serviços públicos visa tornar a administração mais eficiente, transparente e centrada no cidadão. A Lei nº 13.460/2017 fortaleceu esse processo ao estabelecer normas para a participação e defesa dos usuários de serviços públicos, destacando as ouvidorias como canais essenciais de escuta ativa. Essas ouvidorias recebem manifestações dos cidadãos, permitindo identificar falhas e propor melhorias nos serviços públicos. Para aprimorar essa atuação, a Ouvidoria-Geral da União lançou a Mentoria do Programa MEUS, capacitando ouvidorias setoriais a utilizarem metodologias focadas na experiência do usuário, por meio do Design Thinking, resultando na identificação de diversas oportunidades de melhoria nos serviços analisados. Nessa primeira edição, participaram três serviços de três ministérios (MGI, MIDR e MDS). Ao final da mentoria, foram identificadas 117 oportunidades de melhorias para os serviços, das quais 14 foram priorizadas.
17-Oct-2025CGU-Insight: Inteligência artificial a serviço da auditoria internaA auditoria governamental, assim como diversas áreas profissionais, está passando pelo desafio de enfrentar um aumento significativo de informações e dados para a avaliação. O enfrentamento desta questão encontra estratégia relevante no uso de inteligências artificiais. A capacidade de identificar padrões e auto-matizar tarefas torna o uso essencial. É neste contexto que a Controladoria-Geral da União (CGU) implementa a ferramenta intitulada CGU-Insight. Como metodologia de desenvolvimento, a ferramenta utiliza modelos de IA Generativa da OpenAI que são acessados por uma API. Os módulos, por sua vez, foram implementados com o uso de Engenharia de Prompt. O CGU-Insight utiliza, ainda, a técnica de Retrieval-Augmented Gene-ration (RAG) para auxiliar na análise de documentos, considerando as diversas etapas de um trabalho de auditoria, conforme preconizado pela Orientação Prática de autoria da própria CGU. O resultado obtido foi uma ferramenta que evolui de forma considerável a avaliação de documentos, ainda que existam limitações técnicas a serem aprimoradas oriundas da própria origem dos dados (incompletos, desatualizados, de baixa qualidade, entre outros), bem como segurança de dados e integração com a ferramenta comumente utilizada para auditoria pela organização (e-CGU).
17-Oct-2025Equidade na auditoria pública: Abordagem interseccionalEste relato apresenta o desenvolvimento do produto técnico-tecnológico “Equidade na auditoria pública: utilizando lentes interseccionais”, elaborado com o objetivo de apoiar a Controladoria-Geral da União (CGU) na incorporação de lentes interseccionais ao planejamento e à execução de auditorias relacionadas às ações do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios. A proposta surge do reconhecimento de que desigualdades estruturais relacionadas, por exemplo, a gênero, raça e território ainda não são sistematicamente consideradas nos processos de controle. A pesquisa adotou abordagem qualitativa e aplicada, combinando revisão sistemática de literatura, realização de grupos focais com auditores da CGU e o desenvolvimento de um referencial metodológico. O produto resultante oferece diretrizes práticas, perguntas orientadoras e elementos técnicos compatíveis com o Manual de Orientações Técnicas (MOT) da CGU, com vistas a promover auditorias mais sensíveis às desigualdades e alinhadas aos princípios da equidade. O trabalho contribui para a inovação metodológica no campo da auditoria governamental, com potencial de reaplicação em diferentes contextos e instituições.
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