Gerenciamento de Riscos e Controles Internos da CGU 31  Collection home page

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12-Apr-2017Portaria n. 915, de 12 de abril de 2017Institui a Política de Gestão de Riscos – PGR do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU).
2017Gestão de Riscos nas Aquisições: afinal, “o que há de novo no Reino da Dinamarca”?Artigo escrito por Gabriela Pércio (Advogada, Consultora em Licitações e Contratos, Mestre em Gestão de Políticas Públicas e Especialista em Direito Administrativo), no qual discorre sobre a Gestão de Riscos nas Aquisições e relata onde os agentes das compras públicas se encaixam nesse processo.
2017Instrução Normativa Conjunta n. 01/16-CGU/MP: Controle Interno, Gestão de Riscos e Governança [Entrevista]Entrevista sobre a Instrução Normativa Conjunta MP/CGU 01/2016, concedida à Revista de Governança Pública, cujos entrevistados foram o Diretor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), Walter Luis Araújo da Cunha, e o Auditor Federal de Finanças e Controle da CGU, atualmente cedido ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), Rodrigo Fontenelle de Araújo Miranda. Em 2016, a CGU e o MP publicaram a Instrução Normativa Conjunta 01. Esta INC dispõe sobre Controles Internos, Gestão de Riscos e Governança no âmbito do Poder Executivo Federal. Recentemente, a CGU lançou a Política de Gestão de Riscos (PGR). A iniciativa busca o cumprimento da Instrução Normativa Conjunta MP/CGU n. 01/2016. A PGR estrutura os processos da gestão de riscos, com o alinhamento aos planejamentos estratégico, tático e operacional, considerando também as características específicas e a cultura organizacional.
2017Como implantar a gestão de riscos nas organizações que se encontram em estágio inicial de governançaEntrevista com o Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, concedida à Revista de Governança Pública, sobre como implantar a gestão de riscos nas organizações que se encontram em estágio inicial de governança.
2017Gestão de Riscos em LicitaçõesEsta apresentação fala sobre a teoria de gestão de riscos e a necessidade de implementar essa prática nas licitações do Poder Executivo Federal.
2017Outras questões sobre a IN/SEGES/MP nº 5/2017Esta apresentação diz respeito à orientação técnica elaborada pela Procuradora Soraya Bueno do Nascimento, da Advocacia-Geral da União (AGU), para todos os procuradores, inclusive para os da CGU, referente à IN/SEGES/MP nº 5/2017.
Sep-2016Política de Gestão de Riscos das Empresas EletrobrasA presente política visa orientar os processos de identificação, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos riscos inerentes às atividades das empresas Eletrobras, incorporando a visão de riscos à tomada de decisões estratégicas, em conformidade com as regulamentações aplicáveis e as melhores práticas de mercado.
Jun-2015Plano de Gestão de Riscos da Secretaria do Tribunal Superior do TrabalhoEste documento tem por objetivo detalhar os processos de gestão de riscos previstos na Política de Gestão de Riscos da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho (TST), instituída pelo ATO ASGE.SEGP.GP N° 131/2015, a fim de auxiliar a sua implantação. Tem aplicabilidade para toda a Secretaria do TST, sem prejuízo da utilização de outras normas complementares específicas relativas ao processo de trabalho, projetos ou ações de cada unidade.
Jan-2013Declaração de posicionamento do IIA: as três linhas de defesa no gerenciamento eficaz de riscos e controlesEsta Declaração de Posicionamento do IIA (Instituto dos Auditores Internos do Brasil) apresenta um modelo de três linhas de defesa no gerenciamento eficaz de riscos e controles: gestão operacional; funções de gerenciamento de riscos e conformidade; e auditoria interna. O modelo de três linhas de defesa é uma forma simples e eficaz de melhorar a comunicação do gerenciamento de riscos e controle por meio do esclarecimento dos papéis e responsabilidades essenciais. O modelo apresenta um novo ponto de vista sobre as operações, ajudando a garantir o sucesso contínuo das iniciativas de gerenciamento de riscos, e é aplicável a qualquer organização - não importando seu tamanho ou complexidade. Mesmo em empresas em que não haja uma estrutura ou sistema formal de gerenciamento de riscos, o modelo de três linhas de defesa pode melhorar a clareza dos riscos e controles e ajudar a aumentar a eficácia dos sistemas de gerenciamento de riscos.
30-Aug-2010Custo-benefício do controle: proposta de um método para avaliação com base no COSOO objetivo do presente artigo é propor um método que possibilite a avaliação do custo versus benefício do controle, utilizando como referência os preceitos de gerenciamento de risco e de controle interno divulgados pelo COSO. O estudo demonstra que a utilização de metodologia de avaliação de riscos e a construção de metodologia que relacione a importância do risco e a eficácia do controle já instituído são importantes para possibilitar: o fortalecimento dos controles atrelados aos riscos de maior relevância; o direcionamento dos recursos às atividades que mais agregam valor; a minimização de desperdícios e os perigos do over control; e o amadurecimento do ambiente de controle.
2007Riscos e controles internos: uma metodologia de mensuração dos níveis de controle de riscos empresariaisEste artigo apresenta uma metodologia de mensuração do nível de controle de riscos inerentes aos processos de qualquer entidade, a partir da construção de um índice de desempenho definido em função da capacidade dos controles mitigarem os riscos e da eficácia dos controles implantados. O modelo possibilita ao gestor de riscos identificar para quais riscos são necessárias ações de melhoria de controle, quais possuem níveis de controles adequados e quais controles em excesso, contribuindo, assim, para a otimização da aplicação dos recursos disponíveis para a gestão de riscos e controles internos nas empresas. A metodologia foi aplicada a um estudo de caso e mostrou-se satisfatória do ponto de vista de avaliação e identificação dos níveis de controle.
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